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INDICAÇÕES PARA O USO DA MÁSCARA LARÍNGEA (ML)

Cirurgias eletivas: Com estômago vazio, onde se planeje uma anestesia geral e não haja qualquer contra-indicação ao uso da ML. Procedimentos ortopédicos, vasculares periféricos, de parede abdominal, otorrino-laringológicos, oftálmicos, urológicos, proctológicos, ginecológicos, ambulatoriais, cirurgia plástica e pediátrica, etc.
Narcoanalgesia: Cirurgias feitas sob bloqueios regionais, com narcose mantida tradicionalmente através de máscara facial ou Intubação Traqueal (IT), são conduzidas de forma mais conveniente com a ML, que por ser pouco reflexógena, necessita de uma narcose menos profunda para ser tolerada em relação a um tubo endotraqueal.
A ML é uma opção prática, para assegurar vias aéreas livres em pacientes sob bloqueio, que se apresentem excessivamente sedados ou em posição desconfortável (ventilando mal e com queda progressiva na saturação de HbO2). Já que a ML é  menos invasiva que uma IT e de mais fácil controle que uma máscara facial, é também útil na complementação com anestesia geral, de falhas em bloqueios regionais.. Tem ainda a possibilidade de ser inserida e mantida, em posições desfavoráveis (pescoço em flexão, decúbito lateral), onde uma IT ou uso de máscara facial, seria mais problemático.
 Anestesia pediátrica: Um grande número de anestesias atualmente realizadas sob anestesia regional, com narcose necessariamente mantida sob máscara ou tubo endotraqueal, podem ser conduzidas sob ML. Esta tem, entre outras, a vantagem de apresentar comparativamente a um tubo endotraqueal, uma menor resistência a
ventilação. O uso da ML em anestesias pediátricas para procedimentos longos, é também mais seguro e conveniente que o emprego de uma máscara facial.
 Anestesia para cirurgia plástica: A anestesia conduzida com ML se aplica bem aos procedimentos em cirurgia plástica, principalmente àqueles feitos a nível ambulatorial ou associados a bloqueios regionais. A tranqüilidade no despertar e a menor incidência de complicações pós-operatórias com a ML, favorecem esta técnica.
Anestesia para procedimentos oftálmicos: A pressão intraocular sofre menor variação com o uso da ML em comparação a IT, o que por si já é uma vantagem importante. Várias intervenções oftálmicas são realizadas atualmente sob bloqueios regionais, mas ocasionalmente estes pacientes necessitam suporte ventilatório. A ML
garantindo a via aérea comparativamente em planos anestésicos menos profundos, permite a estes pacientes um despertar mais rápido e suave, fatores importantes para o sucesso destas intervenções.
Cirurgias de cabeça e pescoço: A ML possibilita que o anestesiologista fique afastado do campo cirúrgico (de forma análoga à IT). Está também indicada em alguns casos de cirurgia traqueal.
Cirurgias em cantores e locutores profissionais: Pelo evidente risco de trauma durante manobras de laringoscopia e passagem do tubo endotraqueal, a ML se torna uma opção interessante para estes casos.
Cirurgias ambulatoriais: Dado ao uso cada vez mais freqüente desta modalidade de atendimento, a ML pode ser empregada de maneira vantajosa em relação à IT ou uso da máscara facial (evita o trauma da laringoscopia, permite despertar mais suave, apresenta menor incidência de desconforto local e uma rápida recuperação da função ciliar e da tosse).
Exames e procedimentos ambulatoriais: Curativos em queimados, sessões múltiplas de radioterapia (várias anestesias), exames oculares em crianças, exames radiológicos, tomográficos, ressonância magnética, broncoscopias, dinâmica de cordas vocais, etc. Muitos exames diagnósticos exigem que o anestesiologista fique à
distância e a ML possibilita uma ventilação mais segura do que com máscara facial.
Também indicada nos procedimentos em que o paciente é posicionado em decúbito lateral (biópsia de medula, punção lombar, mielograma), onde a manutenção de uma boa ventilação sob máscara facial é difícil.
Procedimentos odontológicos ambulatoriais: O tamanho e a conformação da ML, ao envolver a laringe, oferece uma melhor proteção contra a entrada de sangue e detritos na traquéia, que um tubo endotraqueal.
Cirurgias otorrino-laringológicas: Mesma razão acima, a ML é empregada em adenoamigdalectomias e também em procedimentos otológicos, antes feitos sob máscara facial ou IT.
Casos comprovados de intubação difícil ou problemática: Síndrome de Pierre Robin, hidrocefalia, anomalias congênitas, etc; a ML pode ser considerada como um recurso valioso no manuseio das vias aéreas destes pacientes, servindo inclusive para intubar a traquéia por seu intermédio.
Estenose de traquéia: A ML tem sido usada em pacientes com estenose de traquéia. A IT aumenta a resistência a ventilação, pela redução do diâmetro da via aérea já estreita e causa edema de mucosa traqueal. A restrição ao uso da ML, fica reservada para aqueles pacientes que necessitem altas pressões para insuflação pulmonar.
Broncoscopia (Fibroscopia): A ML tem mostrado ser uma boa opção para estes procedimentos, facilitando a técnica ao permitir o acesso do fibroscópio às vias aéreas, ao mesmo tempo em que a ventilação é mantida. Como o diâmetro interno da ML é maior do que um tubo endotraqueal equivalente, pode-se usar um fibroscópio de
maiores recursos (mais espesso), com menor comprometimento da ventilação. Com a ML, a movimentação dinâmica das cordas vocais pode ser observada para diagnóstico, assim como a remoção de corpos estranhos em brônquios também é possível por seu intermédio. 
Uso em pacientes despertos: Se necessário, a ML pode ser inserida empacientes acordados. Esta manobra é facilitada com o uso de opióides, benzodiazepínicos, lidocaína EV, minutos antes do procedimento e/ou uma anestesia tópica adequada. Este técnica tem tido sucesso em pacientes onde a IT com laringoscopia mesmo com o uso de fibroscopia, foi previamente difícil ou impossível.
Intubação Traqueal através da ML: Pode-se conseguir uma IT com o uso de uma ML convencional. Como a ML se encontra sobreposta a laringe, é possível a passagem de um tubo endotraqueal, fibroscópio ou guia através de sua luz, transpondo as estruturas glóticas até atingir a traquéia.
Medicina de Emergência: A ML não foi desenvolvida para substituir o tubo endotraqueal em emergências, mas em algumas circunstâncias, por suas características de rapidez no acesso e facilidade de inserção, permite um controle
adequado das vias aéreas até a chegada do profissional habilitado para uma IT.
O uso da ML é recomendado pela Sociedade de Anestesia Americana (ASA) como suporte transitório da ventilação, por pessoal médico e paramédico em situações onde a manutenção da via aérea livre não foi possível por outros meios tradicionais.
Via aérea difícil: Dificuldades em se assegurar uma via aérea confiável através de IT, ocorrem em 1 a 3% dos pacientes e sem dúvida, contribui para a morbidade e mortalidade da anestesia. A utilização de fibroscopia óptica em casos de urgência, nem sempre é possível ou viável, mesmo em grandes centros. Portanto, apesar da
ML ter sido desenvolvida para uso em anestesia geral de rotina, tem seu lugar em situações críticas em que as vias aéreas são difíceis de serem rapidamente isoladas por outros meios. Há vários relatos na literatura onde o uso da ML foi fundamental para garantir vias aéreas permeáveis, após várias tentativas frustadas de IT ou ventilação por máscara facial. Situações dramáticas onde não se consegue nem ventilar ou intubar o paciente, segundo Benumof, estatisticamente ocorrem em 1:10000 casos. Nestes, o uso da ML se provou imprescindível para a recuperação do
paciente.
Máscara Laríngea e o Algoritmo da Via Aérea Difícil
O Algoritmo da Via Aérea Difícil da Sociedade Americana de Anestesiologia (Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway – a Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway) foi publicado em 1993 e tornou-se o padrão de excelência mundialmente aceito.
Na época em que o algoritmo estava sendo pesquisado, haviam poucos estudos com a ML e, apesar de ser reconhecida como um grande avanço no manuseio das vias aéreas, a ML só foi incluída como uma das alternativas para a situação de emergência. Cinco anos mais tarde, a literatura e a experiência com a ML estavam
substancialmente desenvolvidas para que os múltiplos usos da ML no Algoritmo da Via Aérea Difícil fossem revisados.
Benumof considera que pela facilidade de controlar a ventilação e a possibilidade de intubação traqueal, a ML pode ser indicada em cinco pontos do algoritmo; 
1) como conduto para intubação traqueal com fibra óptica no paciente acordado;
2) na situação de não emergência (paciente anestesiado que não pode ser intubado 
mas pode ser ventilado), como via aérea definitiva para prosseguir o caso;
3) como conduto para intubação traqueal com fibra óptica no paciente anestesiado
que pode ser ventilado mas não intubado;
4) na situação de emergência “não intubo, não ventilo”, como um dispositivo salvavidas;

5) como conduto para intubação traqueal nos casos “não intubo, não ventilo”.
 Em outubro de 2002, a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA)
publicou uma atualização do Algoritmo da Via Aérea Difícil com a Máscara Laríngea
incluída nas situações propostas por Benumof em 1996.
Controvérsias existem quanto ao uso da ML em anestesia obstétrica, no entanto
após uma análise confidencial de vários casos de mortalidade materna ocorridos na
Inglaterra, os quais, a alguns se atribuiu o óbito à demora e ou dificuldade de IT
resultando em anóxia e aspiração pulmonar, procurou-se estudar a ML como uma das
alternativas viáveis para este problema. Há incidentes descritos na literatura onde o
pronto uso da ML permitiu ventilar a paciente, revertendo uma situação
potencialmente fatal. Apesar do risco de uma aspiração pulmonar estar sempre
presente nestas emergências, a opção pela ML talvez compense, em vista da maior
gravidade de uma eventual hipóxia. Em concordância com estes autores, não
podemos advogar o uso rotineiro da ML em anestesia inalatória para obstetrícia, mas
a inclusão desta como parte do equipamento de suporte avançado de vias aéreas nos
centros obstétricos é obrigatória.

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