Código: 2911

Respirador / VENTILADOR PULMONAR HRV2020 - LIFEMED - Utilizado em Salas de Ressonância Magnética

Marca: Lifemed Modelo: HRV2020 Disponibilidade: Disponível em 20 dias úteis


Por:
R$ 26.796,00

R$ 24.920,28 à vista com desconto Itau Shopline
ou 6x de R$ 4.466,00 Sem juros
 
Simulador de Frete
- Simulador de Frete

O HRV-2020 é um ventilador pulmonar mecânico pneumático destinado a pacientes adulto e pediátrico. Desenvolvido para o suporte à vida nas síndromes respiratórias, além de atender as necessidades de rotinas de atendimento pré-hospitalar, resgate e
transporte. Construído com matérias primas, partes e peças genuinamente nacionais.
Sua configuração traz características que atendem ao protocolo de insuficiência respiratória aguda hipoxêmica causada por infecção do Coronavírus (SARS-CoV2), descritos pela AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), assim como demandas
da prática clínica.
As características do HRV-2020 com pressão limitada e ciclagem a tempo permite ajuste de frequência respiratória de forma individualizada, além do ajuste da PEEP com valores suficientes para ventilação desse público, que segundo relatos necessitam de
PEEP entre 15 e 18 cmH20 o que torna o HRV-2020 um equipamento com recursos ventilatórios suficientes para o atendimento de pacientes que necessitam de suporte ventilatório, tais como pacientes com a (SARS-CoV2)/COVID-19.
Recomendado por especialistas envolvidos diretamente no tratamento de pacientes com a COVID-19, o HRV-2020 se beneficiou entre outras funcionalidades da modalidade ventilatória CPAP. Essa modalidade pode ser aplicada
toda vez que o paciente necessitar desse suporte ventilatório, antes ou após a intubação, todavia, ainda não tem drive suficiente para respirar espontaneamente, ou seja, o equipamento irá fornecer um pequeno fluxo auxiliando
o paciente no trabalho ventilatório.
O HRV-2020 permite a realização de terapias de reexpansão pulmonar RPPI (Respiração por Pressão Positiva Intermitente) em pacientes que necessitem deste tipo de intervenção como nos casos de atelectasias e hipoaeração pulmonar com decorrência de
diversos fatores, podendo ser um importante recurso na prática da fisioterapia, usando como interface uma máscara.

Construído a partir de materiais paramagnéticos, o HRV-2020 poderá ser utilizado no interior de tubos de Ressonância Magnética ou igualmente naquelas que possuem campo aberto.


Segurança e Conforto

Foram fatores prioritários na concepção do HRV-2020. Foi utilizado o modo de ventilação PCV (Pressure Control Ventilation), com ciclagem a tempo e limite de pressão, descrito como mais confortável e seguro para o paciente, além de garantir uma melhor
distribuição da ventilação para os alvéolos com maior constante de tempo.
Conta também com um mecanismo antiasfixia, que conecta permanentemente o paciente à atmosfera permitindo que ele respire livremente entre os ciclos, trazendo conforto e segurança em cada procedimento. Recomenda-se a utilização do filtro
Umidificador HME e HMEF especificamente para pacientes com diagnostico de SARS-CoV2.

 

Especificações Técnicas

Modos de Ventilação: PCV (Pressure Control Ventilation) Ciclagem: A tempo (INS-EX)(EX-INS)

Fluxo Máximo: CPAP (Continuous Positive Airway Pressure) até 80 litros por minuto, cm fluxo decrescente.

Pressão Inspiratória Máxima: 10 a 45 cmH2O.

PEEP: 0 a 25 cmH2O

Frequência Respiratória: Ajustável de 8 a 45 ciclos por minuto

Relação I/E: Fixa em 1:2

FiO2: 40% a 100% (0.4 a 1.0

Pressão de Calibração: 3,5 kgf/cm2 (3,43 kPa x 100 ou 50 psi)

Consumo de Oxigênio: 3,0 litros por minuto (40% de O2) a 10 litros por minuto (100% de 02)

Manômetro Analógico Especialmente Desenvolvido para a Ventilação Mecânica :-10 a 80 cmH20. Sua apresentação permite uma fácil leitura pois tem escala única
em fundo preto. Válvula Liga e desliga.
Alarme de baixa pressão da rede.
Não utiliza energia elétrica ou baterias, podendo ser conectado a rede de O2 ou simplesmente a um torpedo de oxigênio possibilitando assim transporte intra hospitalar e até sua utilização em espaços não preparados com redes de gás
como nos hospitais de campanha ou espaços adaptados em casos de catástrofes e pandemias.
Projetado para uso contínuo - internações de longa duração (semanas) como os pacientes com a COVID-19.
Circuito de Via Aérea: Circuito simples composto apenas por um circuito (2 traqueias de silicone reutilizáveis de 120 cm e 1 Y reutilizável). Todas as válvulas estão
fixadas no gabinete do HRV- 2020, evitando assim perdas/furtos ou quebras.
Controles no Painel: Liga e Desliga Pressão Máxima Inspirada/Fluxo Máximo FiO2
Frequência/NA CPAP
PEEP/ Pressão Inspiratória Máxima
Com a introdução da modalidade CPAP os controles (knobs) passaram a executar 2 ajustes, a saber: Em CMV = Branco Em CPAP = Azul

Acompanha o equipamento
• Circuito de vias Aéreas – 120 cm
• Conexão Y
• Extensão/Mangueira para O2– 2 m
• Filtro HMEF – 10 unidades
• Manual do Usuário
• Termo de Garantia – 2 (dois) anos

*Foto Meramente Ilustrativa


 

Ventilador mecânico é um equipamento desenvolvido para proporcionar ar a pacientes que não podem respirar sozinhos. Sua principal função é promover o tipo de respiração adequada ao paciente.

São aparelhos que tem como função principal fornecer e retirar ciclicamente um determinado volume de gás do paciente, a fim de oferecer oxigênio (O2) e retirar o dióxido de carbono (CO2). 

Ventilador pulmonar pode ser definido como um dispositivo automático conectado às vias aéreas com o objetivo de aumentar ou prover a ventilação do paciente. Já o termo respirador é uma denominação genérica que se destina a designar todo e qualquer equipamento que proporciona ventilação artificial em seres humanos.

O que é ventilação mecânica?

Dentro dos pulmões o oxigênio do ar inspirado é transportado dos alvéolos para as hemácias, presentes nos capilares pulmonares, através de um processo de difusão. No ciclo respiratório normal o sangue, "rico" em oxigênio, chega até o átrio esquerdo pelas veias pulmonares e daí é levado para o ventrículo esquerdo, de onde é ejetado pela sístole ventricular até os tecidos. Em muitas situações patológicas o organismo pode se tornar incapaz de manter o ciclo respiratório normal. Nesses casos, a ventilação mecânica (ventilação assistida ou ventilação artificial) é o suporte oferecido ao paciente por meio de um aparelho mecânico, o ventilador, que auxilia ou permite as trocas gasosas normalmente feitas pela respiração espontânea. Este suporte pode ser oferecido em diferentes níveis de intensidade, desde uma grande até nenhuma participação do paciente, na dependência de sua condição clínica. A ventilação mecânica pode salvar vidas e é usada em várias situações críticas, desde a ressuscitação cardiopulmonar até a anestesia geral, passando por tratamentos intensivos.

Quando se deve indicar a ventilação mecânica?

Os limites precisos para indicar o início da ventilação mecânica nem sempre são nítidos. A ventilação mecânica deve ser indicada quando:

A respiração espontânea do paciente já não é suficiente para manter a vida.
Para reverter a hipoxemia, a hipercapnia e a acidose respiratória.
Para reverter ou prevenir atelectasias pulmonares.
Para permitir sedação e/ou curarização.
Para reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão.
Para reduzir a pressão intracraniana ou para estabilização torácica.
Também é indicada como profilaxia de colapso iminente de outras funções fisiológicas que dependem de uma boa oxigenação do sangue.
A ventilação mecânica apenas presta assistência à respiração e deve ser mantida enquanto durar a deficiência, porque ela não cura a doença, a qual, se possível, deve ser corrigida. As indicações médicas mais comuns se dão em casos de lesão pulmonar aguda, apneia de várias causas, asma grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, acidose respiratória aguda, taquipneia significativa, retrações, sinais físicos de aflição respiratória, hipoxemia, hipotensão, choque, insuficiência cardíaca congestiva, doenças neurológicas, tais como a distrofia muscular e a esclerose lateral amiotrófica, etc. Essas indicações clínicas são apenas guias gerais e a decisão de iniciar a ventilação mecânica deve ser individualizada para cada paciente.

Como se realiza a ventilação mecânica?

A respiração mecânica é uma maneira de ajudar ou substituir por meio de aparelhos a respiração normal. É chamada "invasiva" quando qualquer instrumento penetra o corpo, através da boca (como um tubo endotraqueal, por exemplo) ou da pele (como um tubo de traqueostomia, por exemplo). Há dois modos de ventilação mecânica: positiva, em que o ar (ou uma mistura gasosa) é insuflada no interior da traqueia, e negativa, instituída por meio da criação de uma pressão subatmosférica ao redor do tórax e/ou do abdome do paciente, que aspira o ar para dentro dos pulmões.

A ventilação mecânica se faz através da utilização de aparelhos que, intermitentemente, insuflam as vias respiratórias com volumes de ar. É preciso certos cuidados para fixar as vias aéreas durante a ventilação mecânica, a fim de que o ar se dirija para a traqueia e não passe para o esôfago e o estômago. Para isso, normalmente, um tubo é introduzido na traqueia e é conectado a um aparelho que insufla ou suga o ar do interior dos pulmões. Esse tubo pode ser inserido através da boca ou do nariz ou de uma traqueostomia, abertura da traqueia feita através de uma incisão no pescoço. Em algumas outras circunstâncias e em casos mais simples, uma máscara respiratória laríngea pode ser empregada.

A entrada de gás para dentro dos pulmões ocorre devido à geração de um gradiente de pressão entre as vias aéreas e os alvéolos e que pode ser conseguido por um equipamento que diminua a pressão alveolar (ventilação por pressão negativa) ou que aumente a pressão da via aérea proximal (ventilação por pressão positiva).

Quais são as consequências possíveis da ventilação mecânica?

A ventilação mecânica pode trazer complicações potenciais, como pneumotórax, lesão das vias aéreas, dano alveolar e pneumonia, além de outras complicações que incluem atrofia do diafragma, diminuição do débito cardíaco e toxicidade do oxigênio. Umas das principais complicações que se apresentam em pacientes sob ventilação mecânica é a lesão pulmonar aguda e a síndrome do desconforto respiratório agudo, contribuintes significativos para a morbidade e mortalidade dos pacientes.

A ventilação mecânica controlada pode conduzir a uma rápida atrofia por desuso do diafragma, que pode desenvolver-se já dentro do primeiro dia. Entre as possíveis complicações da ventilação mecânica contam-se ainda o barotrauma (trauma gerado pela pressão), que é uma complicação da ventilação mecânica com pressão positiva e que inclui pneumotórax, enfisema subcutâneo, pneumomediastino e pneumoperitônio. Também na ventilação com pressão positiva pode haver prejuízo da motilidade ciliar e, consequentemente, do muco nas vias aéreas, podendo causar pneumonia.

Fonte: ABCMED, 2015

Deixe seu comentário e sua avaliação







- Máximo de 512 caracteres.

Clique para Avaliar


  • Avaliação:
Enviar
Faça seu login e comente.

Características


RECEBA NOSSA NEWSLETTER Cadastre seu e-mail para receber ofertas exclusivas da Saúde Shop.